segunda-feira, 23 de março de 2009

A força da não-violência!!!

Ser pacífico é uma virtude; ser violento é um vício. A não-violência é uma virtude muito querida. O grande salto que o cristianismo provoca no mundo é a vontade de romper com a violência pela cultura da Paz. É resultado da evangelização sem fronteiras nem sectarismo. O importante não é trazer gente para a minha Igreja, mas fazer com que o Evangelho chegue a todas as pessoas e penetre as instituições. Promover a paz é fruto da fé em Jesus. "A mensagem cristã do poder libertador e salvador do amor radical desmascara a tentação diabólica da violência, do ódio e da inimizade" (Pe. Häring). Jesus é o protótipo da não-violência. Em sua Paixão e Morte tão violentas, permanece no silêncio pacífico, sem revolta, perdoando os inimigos: "Ele que, quando o insultavam não insultava, e sofrendo não ameaçava" (1Pd 2,23). Seu ensinamento sobre o amor chega ao amor ao inimigo: "Ouvistes o que foi dito: olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao homem mau... Amai vossos inimigos". Assim seremos perfeitos como é perfeito o Pai do Céu que faz chover sobre justos e injustos". Jesus apresenta diversos modos de responder à violência com a não-violência (Mt 5,38-48). O amor rejeita o recurso à violência. Os que fizeram a guerra, perderam a paz. Violência não são só as guerras. Ela atinge as famílias, os relacionamentos entre as pessoas, as instituições (quanta opressão!), o lar, as escolas, o trabalho, o trânsito, os jogos etc... A resposta à violência não pode ser a violência. O resultado seria o aumento do espiral de violência.

Fonte: http://www.santuarionacional.com - Autor: P. Luiz Carlos Oliveira Redentorista

sexta-feira, 20 de março de 2009

O que é ser adolescente?

Ser adolescente é ser feliz. É ter um pouquinho de irresponsabilidade. É curtir a vida com muita intensidade de Deus no coração. É usufruir o melhor que a vida pode nos oferecer.
Essa é realmente uma etapa maravilhosa na vida, que muitos insistem em chamar de “aborrecência”, pois é nessa idade que muitos se desviam para o caminho errado. Principalmente por cauda das companhias, e às vezes demora muito tempo para aprender que o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.
Precisamos ter muita força de vontade, muita garra para andar no caminho do bem, pois no mundo onde vivemos, o que sempre aparece no nosso caminho é a violência, as drogas e etc. Porém devemos deixar prevalecer no nosso caminho, coisas boas que pouco nos são ofertadas, para termos um futuro bom, e uma grande carreira.
Para isso os adolescentes precisam ter muita responsabilidade, precisam saber muito bem o querem fazer, ter muita estrutura, pois se você não sabe onde está indo, qualquer lugar serve!

quarta-feira, 18 de março de 2009

A paz é fruto de justiça (Isaias 32, 17)

O tempo da Quaresma tem início na Quarta Feira de Cinzas e nos convida à conversão e correção dos defeitos de nossa vida quotidiana. A CF 2009 nos traz um desafio que diz respeito a todos que tem o uso da razão: contribuir ativamente para construir um mundo de paz: das crianças aos mais idosos.Todos se queixam da falta de segurança: assaltos, roubos, violências, trânsito violento, assassinatos, estupros, maus tratos no relacionamento público e até doméstico. É certo que muitos atos violentos não são levados ao conhecimento dos policiais nem dos noticiários jornalísticos. Nossa sociedade se torna cada vez mais insegura, e a convivência entre as pessoas é cada vez mais difícil e delicada.Torna-se necessário um ponto de referência eficaz, capaz de garantir a verdade, e construção de uma sociedade mais justa e solidária, e conseqüentemente mais segura: assumir as atitudes e opções de Jesus.Todos devem assumir juntos a busca da paz e da concórdia, autênticos dons de Deus, mas frutos também de nossa co-responsabilidade.Não se pode ser simplista: aumentar o policiamento, construir mais presídios. Está em jogo a educação de cada cidadão, hoje e ao longo de sua vida, para ter as bases da ação eficaz, sem o que nada se alcançará. A educação não se define e se alcança necessariamente pela punição dos faltosos.Para que o objetivo geral da C.F. 2009 seja alcançado, são propostos objetivos específicos:. Desenvolver nas pessoas a capacidade de reconhecer a violência na sua realidade pessoal e social, a fim de que possam se sensibilizar e se mobilizar, assumindo sua responsabilidade pessoal no que diz respeito ao problema da violência e à promoção da cultura da paz.. Denunciar a gravidade dos crimes contra a ética, a economia e as gestões públicas, assim como a injustiça presente nos institutos da prisão especial, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para crimes comuns.. Fortalecer a ação educativa e evangelizadora, objetivando a construção da cultura da paz, a conscientização sobre a negação de direitos como causa da violência e o rompimento com as visões de guerra, as quais escolhem a violência como solução para a violência.. Denunciar a predominância do modelo punitivo presente no sistema penal brasileiro, expressão de mera vingança, a fim de incorporar ações educativas, penas alternativas e fóruns de mediação de conflitos e a aplicação da justiça restaurativa.. Favorecer a criação e a articulação de redes sociais populares e de políticas com vistas à superação da violência e de suas causas e à difusão da cultura da paz.. Desenvolver ações que visem à superação das causas e dos fatores de insegurança.. Apoiar as políticas governamentais valorizadas dos direitos humanos.. Despertar o agir solidário para com as vítimas da violência.A questão da violência deve ser analisada a fundo. É comum quando se fala em violência, que se tenha em mente a violência da criminalidade. Porém é preciso atinar para o fato de que, da mesma forma que podemos sofrer a violência, podemos ser agentes ou causadores dela. Cristo é a nossa paz. Jesus disse: “Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não é à maneira do mundo que eu a dou. Não se perturbe, nem se atemorize o vosso coração” (João 14,7). Ele dá a todos a paz porque ele se dá por todos, a fim de que a reconciliação aconteça e a paz possa ser verdadeira. É ele que ilumina e dirige os passos de todos no caminho da paz (cf. Lucas 1,79), que traz a paz aos homens de boa vontade (2,14), e é reconhecido como enviado por Deus para trazer a paz (19,38). Na entrega generosa de Jesus pelo mundo, a paz encontra o seu fundamento e a sua possibilidade de tornar-se real. A paz é obra da justiça, supõe a instauração de uma ordem justa que possibilite a realização humana e permita que todas as pessoas sejam sujeitos da própria história. Onde não existem essas condições, existe o atentado contra a paz. Toda a opressão é germe da rebelião, da violência e de insegurança.As parábolas da misericórdia mostram que a justiça ensina a superação e não a condenação (Lucas).É no seio da família que o ser humano aprende a ser “verdadeiramente humano”.

Autor: Cardeal Geraldo Majella Agnelo

Fonte: http://www.cnbb.org.br/

terça-feira, 17 de março de 2009

Quem é São Luís Gonzaga?

São Luís Gonzaga, S.J., (Mântua, 9 de março de 1568 — Roma, 21 de junho de 1591) foi um religioso italiano e santo da Igreja Católica.
Filho de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione e irmão do Duque de Mântua, príncipe do Sacro Império, sendo herdeiro do feudo soberano de Castiglione; seu pai gostaria que seu primogênito, seguisse seus passos de soldado e comandante no exército imperial.
Com apenas 5 anos de idade já marchava atrás do exército do pai, aprendendo o uso das armas com os rudes soldados. Recebeu educação esmerada e uma forte educação cristã por parte de mãe, freqüentou os ambientes mais sofisticados da alta nobreza italiana.
Mas aquele menino daria fama à família Gonzaga com armas totalmente diferentes e quando foi enviado a Florença na qualidade de pajem do grão-duque da Toscana, aos dez anos de idade.
Luís imprimiu em sua própria vida uma direção bem definida, voltando-se à perpétua virgindade. Em sua viagem para a Espanha, onde ficou alguns anos como pajem do Infante Don Diego, filho de Filipe II, serviu-lhe para estudo da filosofia na universidade de Alcalá de Henares e a leitura de livros devotos. Após ter recebido a primeira comunhão das mãos de São Carlos Borromeu, decidiu para surpresa de todos, pela vida religiosa, entrando para a Companhia de Jesus, derrubando por terra os interesses nele depositados pelo seu pai, tendo sido eternizado na fachada da Sé nova de Coimbra com uma estátua em sua homenagem.
Luís tornou-se o modelo da pureza para todos os jovens, mesmo em meio às vaidades e tentações do seu tempo. Ele teve uma grande provação por parte do seu pai, que ao saber que desejava ser sacerdote, não só o desaconselhou, mas passou a levá-lo em festas mundanas, até que perguntou a Luís: "Ainda segue desejando ser sacerdote?" "É isto que penso noite e dia", respondeu o jovem e perseverante santo.
Renunciou ao título e à herança paternas e aos catorze anos entrou no noviciado romano da Companhia de Jesus, sob a direção de São Roberto Belarmino, esquecendo totalmente sua origem de nobreza, escolheu para si as incumbências mais humildes.
São Luís Gonzaga escreveu: "Também os príncipes são pó como os pobres: talvez, cinzas mais fedidas".
Algo também que marcava a espiritualidade de Luís era a pergunta que fazia a si mesmo diante de algo importante a fazer: "De que serve isto para a Eternidade?"
São Luís Gonzaga teve de ir para Roma no ano de 1590 por motivos de estudo, mas ao deparar-se com as vítimas do contagioso tifo, compadeceu-se dos que sofriam e seu envolvimento foi tanto ao ponto de pegar a doença e morrer no dia 21 de junho de 1591 (data esta que hoje se comemora o seu dia) com apenas 23 anos, em nome da caridade e pureza.
São Luís Gonzaga é considerado "Patrono da Juventude", e seu corpo repousa na Igreja de Santo Inácio, em Roma.

Oração a São Luiz Gonzaga

Ó São Luís, adornado de angélicos costumes, eu, vosso(a) indigníssimo(a) devoto(a), vos recomendo singularmente a castidade de minha alma e de meu corpo.
Rogo-vos por vossa angélica pureza que intercedais por mim ante o Cordeiro Imaculado, Jesus Cristo, e sua Santíssima Mãe, a Virgem das virgens, e que me preserveis de todo pecado grave.
Não permitais que eu me manche com alguma nódoa de impureza, mas, quando me virdes em tentação, ou perigo de pecar, afastai de meu coração todos os pensamentos e afetos imundos e, despertando em mim a lembrança da eternidade e de Jesus crucificado, imprimi profundamente em meu coração o sentimento do santo temor de Deus; abrasando-me no amor divino, fazei que, imitando-vos na terra, mereça convosco gozar a Deus no céu.
Amém.

Quem foi Elias?

O ciclo de Elias, começa entre os anos 874 e 852 a . C.
O grande profeta exerceu seu ministério no Reino do Norte, durante os reinados de Acabe e Acazias.
Em Lc 1.17 ‘Elias era um homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu’
A Biblia nada relata a respeito de sua descendência.Elias era um homem extremamente obediente.
O confronto no Monte Carmelo:
Elias pediu a Acabe que convocasse todo o povo de Israel, também os quatrocentos e cinqüenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas que comiam à mesa de Jezabel.
Estando todo o povo reunido, Elias propôs um acordo, já que ele era o único profeta de Senhor que havia sobrado, contra quatrocentos e cinqüenta profetas de Baal, que eles oferecessem um novilho em sacrifício e invocassem o seu deus.
Assim também ele o faria e invocaria o nome do Senhor. E aquele que respondesse por fogo, seria o Deus. Todos concordaram. Durante quase todo o dia, passaram os profetas de Baal clamando, sem resposta alguma.
Elias se pôs a restaurar o altar do Senhor, que estava em ruínas. Tomou doze pedras, de acordo com o número das tribos dos filhos de Jacó, edificou o altar em nome do Senhor, molhou com bastante água todo o altar, inclusive a lenha e clamou o Senhor.
Então o fogo caiu e consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, a terra e ainda a água que estava na valeta.E todo o povo prostrou-se reconhecendo.

Quem foi Moisés?

Há cerca de 3200 anos, a filha de um faraó, possivelmente o grande Ramsés II, encontrou numa das margens do Nilo uma alcofa com um recém nascido.
A criança, por ser filho de escravos hebraicos, devia ser morta, pois era assim que rezava a lei vigente.
Todavia, a princesa levou o jovem para a corte onde foi educado. Veio a chamar-se Moisés, que quer dizer salvo das águas
Moisés cresce, torna-se homem e um dia, já com idade adiantada e inspirado por Deus, sente que foi eleito para conduzir para a Terra Prometida os milhares de escravos hebreus, que eram sacrificados com árduos e intermináveis trabalhos, quase todos destinados a exibir a vaidade pessoal dos faraós.
Moisés tenta convencer o faraó de o deixar cumprir o desígnio que recebeu de Deus. O rei não quer ceder.
Todavia, o Egito é abalado por dez terríveis pragas e o faraó aterrado por tão grave situação consente a saída dos hebreus.
Estes reúnem-se, e começa essa longa marcha, que ficou conhecida pelo Êxodo.
Durante a caminhada, Moisés e os seus seguidores depararam com o Mar Vermelho.
Diz a história que um vento forte, enviado por Deus, pôs a descoberto o fundo do mar permitindo que os judeus passassem a seco. E mais, que os soldados que os perseguiam, porque o faraó tinha mudado de idéia, foram todos afogados pelas águas.

Oração da campanha da Fraternidade

Bom é louvar-vos, Senhor, nosso Deus, que nos abrigais à sombra de vossas asas, defendeis e protegeis a todos nós, vossa família, como uma mãe, que cuida e guarda seus filhos.
Nesse tempo em que nos chamais à conversão, à esmola, ao jejum, à oração e à penitência, pedimos perdão pela violência e pelo ódio que geram medo e insegurança.
Senhor, que a vossa graça venha até nós e transforme nosso coração.
Abençoai a vossa Igreja e o vosso povo, para que a Campanha da Fraternidade seja um forte instrumento de conversão.
Sejam criadas as condições necessárias para que todos vivamos em segurança, na paz e na justiça que desejais.
Amém.